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  • Estevan Lemos

Projetos Complementares


A palavra “complementar” origina-se do radical plenus, que significa “repleto, aquilo cujo espaço interior se encontra ocupado”. E, consoante este sentido, os projetos complementares de engenharia civil são, de forma resumida, aqueles que complementam o projeto arquitetônico. Esses projetos utilizam o modelo arquitetônico para definirem suas estruturas, gerando funcionalidade para a edificação e conforto para os usuários. Os principais projetos complementares são: projeto estrutural, projeto elétrico e projeto hidráulico. O projeto estrutural calcula os esforços causados pelo vento e pelo próprio peso da estrutura (considerando a alvenaria e o imobiliário), para então dimensionar o tamanho dos elementos estruturais (pilares, vigas e lajes). Basicamente o projeto arquitetônico vem com esses elementos em tamanho padrão e o projetista, por meio de uma série de cálculos, prevê o dimensionamento e a quantidade de materiais estruturais (aço, madeira, concreto, etc) que a estrutura deverá possuir para estar equilibrada. Além disso, todo o peso da edificação é transmitido ao solo; portanto, para evitar movimentações do terreno, deve-se realizar um projeto de fundações. Possuindo os dados provindos de testes de resistência do solo, é possível dimensionar o sistema de fundação: da mesma forma que o projeto estrutural é feito, o projetista calculará o tamanho dos elementos de fundação e a quantidade de aço e concreto a serem utilizados. O projeto elétrico visa receber a energia elétrica municipal e distribuí-la aos equipamentos internos da edificação. O projeto realiza um quantitativo de energia para dividi-la em sistemas menores (circuitos), assim o projetista calcula o tamanho de fios, eletrodutos e disjuntores para o bom e seguro funcionamento dos equipamentos elétricos. De maneira análoga, o projeto hidrossanitário visa receber a rede de águas municipal e distribuí-la aos destinos de uso. Há, no entanto, o diferencial de despejo da água sanitária e pluvial, pois há a necessidade de direcionar tais fluidos aos seus destinos desejados, seja a rede de esgoto, seja um reservatório de reaproveitamento de água da chuva (um projeto que a EJECiv também realiza). De maneira geral, o projeto elétrico e o hidrossanitário possuem semelhanças: ambos captam o fluxo (de energia ou de água) da rede municipal, que direcionam a um centro de distribuição (caixa d´água ou quadro geral), para, quando necessário, suprir equipamentos hidráulicos ou elétricos. Ambos também possuem sistemas que garantam a segurança do usuário em casos de surto, como o registro e o disjuntor. Um outro projeto complementar menos discutido é o de prevenção contra incêndios, que visa alocar e dimensionar equipamentos de segurança, como extintores, hidrantes e alarmes. Hoje, é de caráter obrigatório que todas as edificações estejam regularizadas junto com o corpo de bombeiros militar (CBM). As exigências para com a segurança contra incêndio (SCI) variam de acordo com a ocupação, a altura e o tamanho da edificação; em outro post abordamos esse assunto com mais clareza. A EJECiv realiza todos os projetos de engenharia supracitados com professores ou profissionais parceiros. E no ano de 2019 haverá a novidade de realizarmos projetos arquitetônicos. A EJECiv está cada vez maior e vemos muito sentido em englobar os estudantes de arquitetura para oportunizar uma vivência empresarial mais dinâmica e completa.

Fonte Imagem: www.44arquitetura.com.br

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